quarta-feira, 23 de novembro de 2011

"Ele me fez ficar de quatro. Ficou atrás de mim e empurrou, gentil mas insistentemente, meu osso púbico para cima. Levantei minha bunda para encontrá‐lo. Ele bateu no interior das minhas coxas. Separei as pernas. Deitei minha cabeça na cama, a bunda para o alto, as costas arqueadas. Ele abriu minha boceta, encontrou meu clitóris e começou a olhar, chupar e dar tapinhas. Eu imaginei aquela outra garota, a de bunda grande, sentada numa cadeira, nua, de pernas abertas, enquanto ele se ajoelhava à frente de sua boceta. Não era uma boceta feia, mas era maior do que a minha, uma boceta drente e tímida e, enquanto ela ficava lá sentada, largada, escancarada e cheia de tesão, ele chupava seu clitóris, seu clitóris óbvio, inchado, grande e vermelho.
Ela não faz nada, não sente vergonha. Estou olhando isso secretamente, por trás de uma porta. Ele sabe que estou olhando e abre ainda mais a boceta para que eu possa ver o clitóris. Ela não sabe que estou olhando. Enquanto seu clitóris cresce, como um pauzinho ereto, orgulhoso, ofensivo e faminto, eu gozo. A conquista da outra mulher é meu orgasmo, meu prazer. A outra mulher é a minha puta — a puta dentro de mim. Então ele come minha boceta e depois meu cu.
Meu clitóris transborda". Tony Bentley

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