quinta-feira, 26 de maio de 2011

Luxúria


Dobro os joelhos quando você, me pega






Me amassa, me quebra me usa demais..











Perco as rédeas quando você Demora, devora, implora E sempre por mais...






Eu sou navalha cortando na carne e sou a boca que a lingua invade







Sou o desejo maldito e bendito profano e covarde...







Desfaça assim de mim que eu gosto e desgosto me dobro, nem lhe cobro rapaz!







Ordene, não peça muito me interessa a sua potência seu calibre, seu gás...








sou o encaixe o lacre violado e tantas pernas por todos os lados







Eu sou o preço cobrado e bem pago eu sou um pecado capital...






Eu quero é derrapar Nas curvas do seu corpo surpreender seus movimentos virar o jogo...






Quero beber, o que dele Escorre pela pele E nunca mais esfriarMinha febre...





Um comentário:

  1. quero ser sua cura, a cura da sua febre, mas nao definitiva quero que ela volte, volte pra mim todos os dias, e assim vou te medicando diariamente >)

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